O que a oficina entrega?
Sessões que explicam o método
O encontro diagnóstico organiza hierarquia, papéis e canais de escalonamento. Começamos com um raio-x dos atritos e um roteiro do encontro. A proposta define quem traz os casos, o quanto o material precisa ser ajustado e o que será revisado em cada etapa. Por que um módulo novo entraria, senão para responder a uma tensão real?
Programas pensados pro escritório
Um programa contínuo precisa de módulos com nome reconhecível, opções de duração e informação suficiente para a equipe escolher. Avaliamos como agenda, facilitador e disponibilidade serão atualizados. A escolha do formato considera a autonomia da sociedade e o custo de tirar a equipe de campo. Ligação com processo de RH pede avaliação própria.
Protocolos para a tensão que se repete
Um protocolo interno pode começar com uma função: mediar divisão de caso, prazo em disputa ou desalinhamento entre áreas. Documentamos quem aciona, quem conduz e quem aprova cada situação. Roteiro e critério de escalonamento nascem desses casos, com atenção às exceções. Por que o primeiro ciclo não teria um limite claro?
Ajuste, teste e orientação
Antes de rodar com o escritório todo, revisamos material, tempo, papéis e adaptação ao tamanho do grupo. Vocês participam da validação com cenários combinados. A entrega inclui roteiro de condução e informação de acompanhamento. Módulo novo, atualização de material e suporte contínuo podem virar um acordo à parte.
O que a proposta precisa ter?
Descreva o objetivo, a equipe envolvida, o que já foi tentado e quem aprova o formato. Se houver um processo de RH ligado à situação, informe o nome do processo e a necessidade de conexão — sem detalhar o caso confidencial. Com esse resumo, já sabemos o que precisa de mais conversa e o que pode ser definido agora.